O primeiro campo de um registro TLSA.
Fonte: DNS-Based Authentication of Named Entities (DANE) Parameters (IANA), consultada em 2026-10-20. Licença dos dados: CC0-1.0. TLSA Certificate Usages
Observações sobre entradas relevantes
PKIX-TA (0) exige uma cadeia até uma CA pública e que essa CA corresponda ao registro TLSA; a RFC 7672 o desaconselha para SMTP.
Os usos 0 e 1 acrescentam uma restrição de DNS à validação comum da Web PKI. Para SMTP entre servidores de e-mail, a RFC 7672 §3.1.3 diz que os registros TLSA NÃO DEVERIAM usá-los: um atacante capaz de falsificar o DNS consegue substituí-los de qualquer forma, e os servidores de e-mail não compartilham uma lista comum de CAs confiáveis.
DANE-TA (2) fixa no DNS uma âncora de confiança — normalmente a CA emissora.
Com o uso 2, a cadeia do servidor precisa levar ao certificado ou à chave do registro TLSA, que não precisa ser de uma CA pública. A RFC 7672 §3.1.2 exige que o servidor envie a âncora de confiança na cadeia quando o registro corresponde a uma chave, e não a um certificado completo.
DANE-EE (3) fixa no DNS o próprio certificado ou a chave do servidor; os nomes e a expiração do certificado não são verificados.
Com o uso 3, o registro TLSA sozinho vincula a chave ao nome: a RFC 7672 §3.1.1 diz que o servidor é autenticado mesmo que nenhum nome do certificado corresponda e que a data de expiração do certificado DEVE ser ignorada. O registro comum “3 1 1” (DANE-EE, SPKI, SHA-256) sobrevive às renovações do certificado enquanto a chave continuar a mesma.