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TLS 1.2

A versão de 2008 do TLS (RFC 5246), ainda com amplo suporte, que introduziu as cipher suites AEAD e o SHA-256, mas precisa de duas idas e voltas e permite opções fracas que o TLS 1.3 removeu.
Também escrito comoTLS 1.2TLSv1.2RFC 5246

Seu handshake envia os certificados em texto claro, negocia a troca de chaves pelo nome da cipher suite e, no modo RSA estático, não oferece forward secrecy. Uma configuração segura significa ECDHE (ou DHE) com cipher suites AEAD, o extended master secret (RFC 7627), renegotiation_info e assinaturas SHA-256 ou melhores, como recomenda a RFC 9325. A RFC 9846 (julho de 2026) torna obsoleta a RFC 5246 e define novos requisitos para implementações de TLS 1.2.

Os ataques ao longo da vida útil do protocolo miraram recursos opcionais ou legados: BEAST e Lucky Thirteen (CBC), os vieses do RC4, o triple handshake (corrigido pelo extended master secret), Logjam e FREAK (chaves de nível de exportação), ROBOT (transporte de chaves RSA) e SWEET32 (cifras de bloco de 64 bits). Nenhum deles quebra uma conexão TLS 1.2 limitada a ECDHE e AEAD.

Se precisar, mantenha o TLS 1.2 ativado para clientes mais antigos, ao lado do 1.3; a troca de chaves híbrida pós-quântica só existe no TLS 1.3, então as conexões que recuam para o 1.2 continuam clássicas.

Padrões e referências

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