A JWA fixa os parâmetros para que as implementações interoperem: o MGF1 usa o mesmo hash da assinatura, e o comprimento do salt é igual ao do hash (32 bytes no PS256, 48 no PS384, 64 no PS512). As assinaturas mudam a cada chamada por causa do salt aleatório; a verificação continua exigindo uma única operação de chave pública.
Os perfis de segurança FAPI exigem PS256 ou ES256 e excluem o RS256, e o TLS 1.3 também usa PSS nas assinaturas RSA do handshake. Como as chaves são compartilhadas com o RS256, um emissor pode migrar publicando chaves com alg: PS256 (ou a mesma chave com um novo kid) e configurando os verificadores para aceitar PS256.