O computador conectado prepara as transações (PSBTs, RLP do Ethereum ou dados EIP-712), e o dispositivo verifica o que consegue: saídas e caminhos de troco no Bitcoin, destinatários e valores em transferências simples, campos decodificados quando tem metadados. Ele assina com chaves derivadas da semente BIP-39, que nunca sai do dispositivo, e convém que exiba os endereços completos para comparação.
A fronteira de segurança da carteira de hardware termina onde a tela deixa de ser informativa: hashes assinados às cegas, chamadas a contratos desconhecidos e mensagens permit anulam essa proteção. A boa prática é verificar os endereços de recebimento no próprio dispositivo, manter o firmware atualizado pelo canal do fabricante, proteger o backup da semente com mais cuidado do que o dispositivo e usar multisig com dispositivos de fabricantes diferentes para grandes quantias.