Um digest SHA-256 tem 32 bytes, qualquer que seja o tamanho da entrada; mudar um bit da entrada muda cerca de metade dos bits da saída. Os digests identificam conteúdo onde quer que a integridade byte a byte importe: imagens de contêiner (sha256:…), objetos do Git, atributos de Subresource Integrity (sha384-…), campos integrity de lockfiles, o Content-Digest do HTTP (RFC 9530), as impressões digitais (thumbprints) de JWKs e as impressões digitais de certificados.
As assinaturas assinam digests: o ECDSA e o RSA calculam primeiro o hash da mensagem, o CMS assina um digest do conteúdo mais os atributos assinados, e um JWS assina um digest de header.payload. Um digest só protege os dados se o próprio digest de referência vier de uma fonte confiável; publicar a saída do sha256sum ao lado de um download, no mesmo servidor, protege contra corrupção, mas não contra um servidor comprometido.
Sempre registre o algoritmo junto com o valor (sha256:…, multihash, um OID em DigestInfo), compare digests em tempo constante quando eles funcionarem como segredos e, em usos de segurança, não os trunque abaixo de 128 bits de resistência a colisões.