O TLS 1.3 usa chaves pré-compartilhadas: depois do handshake, o servidor envia mensagens NewSessionTicket; mais tarde, o cliente oferece um ticket na extensão pre_shared_key, comprovado com um binder. Com psk_dhe_ke, ainda ocorre uma nova troca (EC)DHE e a nova sessão tem forward secrecy; só com psk_ke, não. O TLS 1.2 usava IDs de sessão (cache no lado do servidor) ou tickets de sessão (RFC 5077), ambos sem forward secrecy para a sessão retomada.
As chaves de criptografia dos tickets de sessão são segredos de longo prazo: quem as tiver pode descriptografar todas as sessões retomadas com elas, então faça a rotação delas com frequência e compartilhe-as entre os servidores de uma frota só quando necessário. A retomada também é um vetor de rastreamento entre sites e sessões, e é por isso que os navegadores limitam a reutilização de tickets.