A segurança do HQC se apoia na decodificação de códigos quase cíclicos aleatórios, um problema sem relação com reticulados, então um avanço contra o ML-KEM não o afetaria. As chaves e os textos cifrados são maiores que os do ML-KEM (vários kilobytes na categoria 1) e as operações são mais lentas, o que é aceitável para uma alternativa de reserva.
O plano original do NIST era ter um rascunho em cerca de um ano e a norma final em 2027; em 2026, a equipe do FIPS 207 discutiu exigir chaves privadas armazenadas apenas como semente. Até ser padronizado, o HQC serve para experimentação e para o planejamento de agilidade criptográfica, não para produção.