As contas inteligentes (Safe, carteiras ERC-4337, contas delegadas pela EIP-7702) não conseguem produzir uma assinatura ECDSA simples para o próprio endereço, então quem decide é o contrato: um Safe confere se há assinaturas suficientes dos donos, uma carteira com chave de acesso verifica uma assinatura P-256 e uma carteira com chaves de sessão verifica a própria política. O valor mágico é o seletor da função, bytes4(keccak256("isValidSignature(bytes32,bytes)")).
Convém que os verificadores tentem a ERC-1271 quando o endereço tem código e a ERC-6492 quando ainda não tem: a ERC-6492 envolve a assinatura com a chamada à fábrica (factory) necessária para implantar a conta e termina com o sufixo mágico de 32 bytes 0x6492…6492. Bibliotecas como o verifyMessage do viem e o SignatureChecker do OpenZeppelin tratam os três casos. Os resultados podem mudar com o tempo, já que os donos e as políticas do contrato podem mudar.