Cada zona publica registros DNSKEY (flag 257 para a chave de assinatura de chaves, 256 para a chave de assinatura da zona) e assina cada conjunto de registros com registros RRSIG, que trazem o horário de início e o horário de expiração. A zona pai publica um registro DS, um digest da chave de assinatura de chaves da zona filha (tipo de digest 2 = SHA-256, 4 = SHA-384), o que cria uma cadeia até a âncora de confiança da raiz. A negação autenticada usa NSEC ou NSEC3, cujo número de iterações a RFC 9276 recomenda que seja 0.
Algoritmos comuns: 8 (RSA/SHA-256), 13 (ECDSA P-256/SHA-256, a escolha habitual hoje) e 15 (Ed25519). Desde a RFC 9904 (2025), o status de recomendação de cada algoritmo fica no registro da IANA, e não em uma RFC.
O DNSSEC protege a integridade, não a confidencialidade (disso cuidam o DoH e o DoT), e apenas para resolvedores que validam. As interrupções vêm de assinaturas expiradas, de um DS que deixou de corresponder após uma troca de chave (rollover) e de relógios dessincronizados; quando a validação falha, os resolvedores retornam SERVFAIL. O DANE, as verificações de CAA feitas pelas CAs e o SSHFP dependem dele.